A Energia que Move o Porto de Santos
Muito mais que um gigante da economia, o Porto de Santos faz parte da história e do dia a dia da cidade. O projeto Educação Portuária aproxima alunos, professores e a comunidade desse universo, com atividades educativas, contação de histórias e concurso cultural. Uma iniciativa que revela a importância social, econômica e ambiental do maior porto da América Latina.
SAIBA MAIS
O Porto de Santos na vida de todos nós

Projeto Educação Portuária será ampliado em 2026
Após alcançar cerca de mil alunos da rede municipal de Santos em sua primeira edição, o projeto Educação Portuária se prepara para uma nova fase

Alunos da Zona Noroeste ficam encantados com a grandiosidade do Porto de Santos
Mais de 150 crianças participaram das atividades do projeto Educação Portuária, que tem como objetivo informações qualificadas sobre a relação Porto-Cidade, na quarta-feira (10/09). As

Projeto educacional explica relação Porto-Cidade para alunos e educadores
A história do Porto de Santos, as cargas e terminais, os impactos positivos e negativos, as oportunidades de trabalho e o papel da Autoridade Portuária
– PORTO DE SANTOS –
Gigante pela própria natureza
1. Primeiro “porto organizado” do Brasil
O Porto de Santos iniciou oficialmente operações em 2 de fevereiro de 1892, com 260 metros de cais construídos pela recém‑criada Companhia Docas de Santos (CDS). O primeiro navio a atracar foi o vapor britânico Nasmith, inaugurando o que viria a ser o primeiro porto organizado do país
2. Conhecido originalmente como “Porto da Morte”
Durante o século XIX, Santos ficou conhecido como “Porto da Morte” devido às epidemias recorrentes de febre amarela e varíola entre os imigrantes que chegavam pelo estuário, resultado da falta de saneamento. Somente com as obras sanitárias de Saturnino de Britto isso começou a mudar
3. Único porto no mundo com hidrelétrica própria
O Porto de Santos é o único no mundo a contar com uma usina hidrelétrica própria — a Usina de Itatinga, inaugurada em 1910. Ela continua operando até hoje, fornecendo cerca de 85% da energia consumida pela autoridade portuária, o que reforça sua autossuficiência energética